Um abraço a todos àqueles que consideram meus amigos...
Eliane Duarte




Era uma vez uma industria de calçados de um país, que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para um outro país muito distante.
Após alguns dias de pesquisas, um dos observadores enviou a seguinte mensagem para a direção da industria:
:-Senhores, CANCELEM o projeto da exportação de sapatos, pois neste país ninguém tem o hábito de usar sapatos!
Sem saber deste comunicado, alguns dias depois o outro observador enviou a seguinte mensagem para a direção da industria:
:-Senhores, TRIPLIQUEM o projeto da exportação de sapatos, pois neste país, ninguém tem o hábito de usar sapatos!
Era uma vez… Um rei que morava num riquíssimo castelo.
Um dia, levantou-se apavorado. Havia tido um sonho terrível no qual teria perdido de uma só vez todos os dentes. Preocupado, ordenou:
Em poucos minutos, lá estava o sábio diante do rei. Após
contar-lhe o sonho terrível, ordenou-lhe:
- Diga-me, sábio, o que significa esse meu sonho?
O sábio pensou… pensou… pensou… e, virando-se para o rei, disse-lhe:
- Majestade, vai acontecer uma desgraça na sua família. Uma doença terrível vai invadir o castelo e morrerá o mesmo número de parentes tanto quanto for o número de dentes perdidos em seu sonho.
O rei, furioso, ordenou ao seu comandante da guarda que amarrasse o sábio no toco e lhe desferisse cem chibatadas diante de todos os súditos.
- Chame outro sábio, este é um idiota – ordenou aos gritos.
Logo, logo, lá estava o outro sábio diante do rei. Contando-lhe todo o sonho terrível, ordenou-lhe:
- Diga-me, sábio, o que significa esse sonho?
O sábio pensou… pensou… pensou… e, olhando nos olhos do rei deu um sorriso largo, disse:
- Vossa Majestade é realmente um iluminado, um protegido por Deus. O número de dentes que sonhou perder será o mesmo número de familiares que morrerão vítimas de uma doença terrível.
Mas, apesar de toda a desgraça do castelo, Vossa Alteza irá sobreviver são e salvo.
Muita gente que atingir a meta sem ter saído do ponto de partida
Querem chegar a serem alguma coisa, sem ter feito alguma coisa para isso.
Há ainda os que caminham na direção contrária.
Em busca de alegria, alimentam-se de sensacionalismo mórbido.
Querem paz, mas buscam agitação e ruído.
Querem desenvolver uma personalidade forte, mas vivem amarrados aos convencionalismos sociais.
Querem saber muita coisa sem nada estudar.
Querem ser amados sem amar, sem aumentar o amor em seu coração.
Querem ser ouvidos, mas não ouvem.
Querem a saúde, mas envenenam o corpo e a mente.
Querem que o mundo melhore, mas não melhoram seu pequeno mundo.
Querem justiça, mas são injustos.
Querem chegar a algum lugar sem sair do seu casulo.
Se você quer alcançar um fim, precisa usar os meios.
Se você quer atingir a meta, decida-se a partir.
Esses mitos explicam como o mundo funciona, estabelecem vínculos do indivíduo com a sociedade e apoiam suas necessidades existenciais.
Construímos a partir destes mitos, uma versão do mundo, que tomamos como sendo a realidade.
Esta distorção perceptiva é conseqüência de estarmos inconscientes dos mitos que formam nossa visão das coisas.
O resultado é a criação constante de conflitos entre o indivíduo e o mundo à sua volta.
Compreendendo que nossa mitologia pessoal pode tanto trazer equilíbrio quanto perpetuar a dor e a confusão em nossas vidas, podemos utilizar os sonhos para:
- perceber os conflitos decorrentes de nossa mitologia pessoal
- aproveitar, dos elementos do mito oposto, aqueles que ofereçam alternativas à nossa visão habitual.
Existem muitas possibilidades para explicar o potencial criativo dos sonhos.
As principais hipóteses consideradas e estudadas atualmente são:
Resumidamente podemos dizer que:
Acredita-se que analisando os sonhos podemos compreender muito de nossos conflitos.
Para isso precisamos desenvolver as seguintes habilidades:
Autor: Roberto Ziemmer
“Havia um homem muito rico, tinha grandes fazendas, carros, vários empregados e muito dinheiro. Tinha um único filho que ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos.
O que ele mais gostava era fazer festas e estar com seus amigos. Seu pai sempre advertia, falando que esses amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer e depois o abandonariam. O filho não dava a mínima atenção aos conselhos de seu pai.
Um dia o velho pai, já avançado na idade disse os seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele, fez uma forca e junto a ela uma placa com os dizeres: “Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai”.
Mais tarde chamou o filho e o levou até o celeiro e disse:
- Meu filho, eu já estou velho e em breve você assumirá tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai arrepender-se amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você, quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.
O jovem riu, achou absurdo, mas para não contrariar o pai prometeu e pensou que jamais isso iria acontecer.
O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:
- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, não estaria nesta situação. Mas agora é tarde demais!
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava, a passos lentos se dirigiu até lá e entrando viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras de meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e disse:
- Ah, se eu tivesse uma nova chance.
E então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta. Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, diamantes, ouro, a forca estava cheia de pedras preciosas e um bilhete que dizia:
- ESSA É A SUA NOVA CHANCE, EU TE AMO MUITO. SEU PAI!!!”
Final da história: TODO MUNDO culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito”.
Conclusão: A interessante mensagem nos convoca a uma reflexão. Devemos ser ALGUÉM que faz o trabalho importante, embora parecendo NINGUÉM aos olhos de TODO MUNDO. Também nos cabe reconhecer em QUALQUER UM a pessoa existente para amar e ser amado.
Lembrou-se, contudo, de que os ratos não resistem a grandes alturas. Voando cada vez mais alto, pouco a pouco, cessáram os ruídos que quase punham em perigo a sua viagem.
“Se o criticarem, VOE MAIS ALTO…
Se fizerem injustiças a você, VOE MAIS ALTO…
E…
Se o ameaçarem destruir por inveja, calúnia ou maledicência,
VOE MAIS ALTO…
Lembre-se sempre… Os “ratos” não resistem ás alturas”.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um Castelo…”
(Fernando Pessoa)
E fazendo uma pausa, falou: – Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.
Entrou na casa e disse: – Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou: – 58 MOEDAS DE OURO???
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente…
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama...
Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
Leia outros livros,
Viva outra romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes, ·novas temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método,
o novo sabor, o novo jeito,
o novo prazer, o novo amor.
A nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
Outra marca de sabonete,
outro creme dental...
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira,
de malas, troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, ·outros cabeleireiros,
·outro teatro,
visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso, mais digno,
mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento, o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda!
"Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco,
sem o qual a vida não vale a pena
EDSON MARQUES
Judith se considera cheia de defeitos, e decide melhorar. Mas não é sua Lenda Pessoal que a empurra neste sentido; a sociedade diz que existe um padrão de crescimento, que é preciso atingir.
No final do ano, Judith faz uma lista de decisões para o ano seguinte. Os primeiros dias de janeiro são fáceis; ela obedece à lista, dá passos que sempre adiou. Em fevereiro, já não tem a mesma disposição, e a lista começa a falhar. Quando março chega, Judith já quebrou todas as promessas feitas no Ano Novo; e irá sentir-se pequena, incapaz, e culpada até a última semana do ano. Quando, enfim, esta semana chega, ela faz de novo as promessas, e o ritual se repete.
“O bebê-camelo perguntou para a mamãe camelo:
- Por que os camelos têm corcovas?
- Certo, e por que nossas pernas são longas?
- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
Moral da história: “Habilidade, conhecimento, capacidade e experiência só são úteis se você estiver no lugar certo”.
- Que tipo de pessoas vive neste lugar?
- Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? – Perguntou pôr sua vez o ancião.
- Oh! Um grupo de egoístas e malvados – replicou-lhe o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou:
- A mesma coisa você haverá de encontrar pôr aqui.
- Que tipo de pessoas vive pôr aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
- O mesmo encontrará pôr aqui. – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar resposta tão diferente à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:

Melhor é serem dois do que um... Pois se caírem, um levantará o seu companheiro... Também, se dois dormirem juntos, eles se aquecerão. Eclesiastes 4:9-11
A união é fundamental em qualquer comunidade. Mesmo os animais mais frágeis agrupam-se para poderem resistir e sobreviver mais facilmente ao ataque de um predador, ou para superar as adversidades naturais.
Da mesma sorte, e principalmente na comunidade cristã a união é a base de todas as outras coisas. Esta é uma das grandes revelações que por vezes o povo de Deus descura. E é algo que o diabo gosta que aconteça.
A Bíblia diz em João 10 que o ladrão (diabo) "não vem senão para roubar, matar e destruir". E a grande maioria das vezes ele tem sucesso nas suas investidas ao provocar a desunião entre os crentes.
Certas verdades da Palavra de Deus são poderosas para nós crentes enquanto estivermos unidos uns aos outros. Vou deixar alguns exemplos do que a união pode trazer às nossas vidas.
Quando Salomão refere que é melhor serem dois do que um, ele não se referia apenas aos casais. Inclui toda a família cristã. Repare, Deus diz que onde estiverem dois ou três reunidos em Seu nome, Ele estará nos nosso meio. (Mateus 18:20) E na presença de Deus, satanás não tem lugar.
Diz ainda que o que dois concordarem e ligarem aqui na terra, também será concordado e ligado nos céus. (Mateus 18:18).
A Sagrada Escritura afirma ainda que se um põe mil em fuga, dois põem dez mil. Esta é uma verdade que incomoda tremendamente satanás. Quanto maior for a união, mais poder ela vai ter.
E não se esqueça: a união faz a força.